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Dias de nojo: quantos dias por cada familiar e se são pagos

A lei responde em graus de parentesco e as pessoas perguntam em nomes de família, e é aí que quase toda a informação sobre dias de nojo se perde. Este artigo traduz o artigo 251.º do Código do Trabalho relação por relação, mostra onde o direito acaba, e explica a parte que ninguém explica: o que acontece quando os dias que a lei dá não chegam.

8 min de leituraRevisto a Por Thorben Rasmus IdelRevisto por Nahar Geva

Resposta rápida

O artigo 251.º n.º 1 do Código do Trabalho dá até 20 dias consecutivos por falecimento de cônjuge, unido de facto, filho ou enteado, até cinco dias pelos restantes parentes e afins do 1.º grau da linha reta (pais, sogros, padrastos, genro ou nora) e até dois dias pelos restantes parentes da linha reta e pelo 2.º grau da linha colateral (avós, bisavós, netos, irmãos, cunhados). Um tio, um sobrinho ou um primo não dão dias nenhuns, porque estão no 3.º e no 4.º grau da linha colateral. Os dias são consecutivos e de calendário, incluem fins de semana, e são pagos por inteiro, porque o artigo 255.º n.º 1 diz que a falta justificada não afeta qualquer direito e a lista do n.º 2 não inclui o artigo 251.º. Precisar de mais dias custa a retribuição desses dias e, se um deles ficar encostado a um dia de descanso, o artigo 256.º n.º 3 arrasta o fim de semana para a perda. O artigo 257.º permite trocar essa perda por dias de férias, mas o artigo 238.º n.º 5 limita a troca aos dias que excedam 20 dias úteis, ou seja dois dias por ano.

A lei fala em graus, as pessoas falam em família

Quem acaba de perder alguém e precisa de saber quantos dias pode faltar faz a pergunta pelo nome da relação: um sogro, uma avó, um cunhado. O Código do Trabalho responde noutra língua. O artigo 251.º n.º 1 fala em «parente ou afim no 1.º grau na linha reta» e em «outro parente ou afim na linha recta ou no 2.º grau da linha colateral»1, e é preciso traduzir antes de conseguir um número.

A tradução é esta. A LINHA RETA são os ascendentes e os descendentes: pais e filhos no 1.º grau, avós e netos no 2.º, bisavós e bisnetos no 3.º. A LINHA COLATERAL são os que partilham um tronco comum sem descenderem uns dos outros: irmãos no 2.º grau, tios e sobrinhos no 3.º, primos no 4.º. E os AFINS são os parentes do cônjuge, no mesmo grau em que o são dele: os sogros são afins no 1.º grau da linha reta, os cunhados afins no 2.º grau da linha colateral.

Com o mapa feito, o artigo torna-se legível.

Os três escalões, e onde o direito acaba

Quem faleceuDiasNorma
Cônjuge, unido de facto, pessoa em economia comum, filho, enteadoaté 20art. 251.º n.º 1 a) e n.º 2
Pai, mãe, sogro, sogra, padrasto, madrasta, genro, noraaté 5art. 251.º n.º 1 b)
Avós, bisavós, netos, bisnetos, irmãos, cunhadosaté 2art. 251.º n.º 1 c)
Tios, sobrinhos, primosnenhumfora do art. 251.º
Luto gestacionalaté 3art. 38.º-A

Repare em dois detalhes da alínea c), porque são os que decidem os casos reais. O primeiro é que na linha reta NÃO HÁ LIMITE DE GRAU: a alínea diz «outro parente ou afim na linha recta», sem mais, pelo que uma bisavó e um bisneto entram nos dois dias tal como uma avó. O segundo é que na linha colateral há limite, e é o 2.º grau. Ali estão os irmãos e, por afinidade, os cunhados. E ali o artigo para.

É por isso que a resposta para um tio, um sobrinho ou um primo é «nenhum dia». Não é uma omissão desta página nem uma leitura restritiva: é onde o legislador desenhou a fronteira, no 2.º grau da linha colateral, deixando o 3.º e o 4.º de fora. Quem falte por eles está, para o Código do Trabalho, a dar uma falta injustificada, com tudo o que isso implica e que veremos abaixo.

Duas palavras que mudam a conta

A redação atual do artigo, dada pela Lei n.º 13/2023, escreve «ATÉ 20 dias», «ATÉ cinco dias» e «ATÉ dois dias»1. São tetos, não créditos. Faltar três dias por um pai gasta três dias justificados; não sobram dois para usar noutra ocasião, e não faltar nenhum não acumula nada.

A segunda palavra é «CONSECUTIVOS», e essa custa dinheiro a quem não a lê. Os dias correm de calendário a partir do falecimento, não em dias úteis. É o contrário das férias, que o artigo 238.º n.º 2 conta expressamente em dias úteis1. Cinco dias por um pai que faleça numa quinta-feira acabam na segunda-feira seguinte, porque o sábado e o domingo contam para o período. Os mesmos cinco dias depois de um falecimento numa segunda-feira cobrem a semana de trabalho inteira.

Esta é a razão mais frequente pela qual as pessoas precisam de mais dias do que a lei dá. Não é que cinco dias sejam pouco tempo: é que não são cinco dias de trabalho.

São pagos, e a certeza está em dois artigos

A pergunta que vem logo depois de «quantos dias» é sempre «e descontam?». Não descontam, e a certeza não vem de um costume, vem de dois artigos lidos em conjunto.

O artigo 255.º n.º 1 diz que «a falta justificada não afecta qualquer direito do trabalhador, salvo o disposto no número seguinte». O número seguinte é uma lista fechada das faltas que, apesar de justificadas, «determinam a perda de retribuição»: a doença quando o trabalhador beneficia de protecção social na doença, o acidente de trabalho quando há subsídio ou seguro, a assistência do artigo 252.º, as faltas das alíneas f) e l) do artigo 249.º n.º 2 quando excedam 30 dias por ano, e as faltas autorizadas pelo empregador1.

As faltas por falecimento do artigo 251.º não constam dessa lista. Logo o dia de nojo é retribuição normal: aparece no recibo, conta para a antiguidade, conta para as férias e para os subsídios de férias e de Natal, e paga IRS e a parcela de 11 % da Segurança Social como qualquer outro dia de trabalho.

O que ninguém explica: um dia a mais pode custar três

Aqui é que as tabelas de dias de nojo deixam de servir. Se os dias necessários passarem o teto da alínea, os que sobram são faltas injustificadas, e o artigo 256.º n.º 1 é claro sobre o preço: «a falta injustificada constitui violação do dever de assiduidade e determina perda da retribuição correspondente ao período de ausência, que não é contado na antiguidade do trabalhador»1. Já são duas perdas, o dinheiro e a antiguidade.

O n.º 3 acrescenta uma terceira, e é a que surpreende. Quando a falta injustificada é «imediatamente anterior ou posterior a dia ou meio dia de descanso ou a feriado», o n.º 2 qualifica-a como infracção grave e o n.º 3 manda que «o período de ausência a considerar para efeitos da perda de retribuição prevista no n.º 1 abrange os dias ou meios-dias de descanso ou feriados imediatamente anteriores ou posteriores ao dia de falta»1.

Traduzido em euros, num salário de 1 200 € em que um dia vale 40,00 €: uma sexta-feira injustificada não custa 40,00 €, custa 120,00 €, porque leva o sábado e o domingo consigo. O mesmo dia a meio da semana custa 40,00 €. Se tiver de faltar um dia além do teto e puder escolher qual, escolha um que não toque no fim de semana nem num feriado.

A saída do artigo 257.º, e por que razão não chega

Existe uma alternativa que pouca gente conhece e que o empregador não pode recusar. O artigo 257.º n.º 1 alínea a) permite que a perda de retribuição «seja substituída por renúncia a dias de férias em igual número, até ao permitido pelo n.º 5 do artigo 238.º, mediante declaração expressa do trabalhador comunicada ao empregador». O n.º 3 diz que «o empregador não pode opor-se ao pedido do trabalhador», o n.º 4 faz da recusa uma contraordenação grave, e o n.º 2 garante que a troca «não implica redução do subsídio de férias correspondente ao período de férias vencido»1. Troca-se descanso por dinheiro e o subsídio fica intacto.

A limitação está no artigo que ela invoca. O artigo 238.º n.º 5 só permite renunciar aos «dias de férias que excedam 20 dias úteis», e o n.º 1 do mesmo artigo fixa o período anual mínimo em 22 dias úteis1. A conta sai de imediato: num ano de férias legal, esta saída vale DOIS DIAS, uma vez por ano. Não cobre sequer uma sexta-feira mal colocada, que custa três. Quem tenha 25 dias de férias por convenção coletiva tem cinco dias de margem.

Luto gestacional: três dias, e também para o pai

A Lei n.º 13/2023 aditou ao Código do Trabalho o artigo 38.º-A, recente o suficiente para faltar em quase tudo o que está escrito sobre faltas por falecimento. O n.º 1 dá à trabalhadora, «nos casos em que não haja lugar à licença prevista no artigo anterior», o direito de faltar «por motivo de luto gestacional até três dias consecutivos», e o n.º 2 dá ao pai «direito a faltar ao trabalho até três dias consecutivos» quando a mãe goze essa licença ou essa falta2.

O n.º 3 pede apenas que se informe o empregador e se apresente, «logo que possível», declaração de estabelecimento hospitalar, centro de saúde ou atestado médico, e o n.º 4 faz da violação uma contraordenação grave. Quando haja lugar à licença por interrupção da gravidez do artigo 38.º, é essa que se aplica, com o subsídio próprio da Segurança Social.

O que fica de fora

Estes números são o PISO legal. O artigo 250.º torna o regime imperativo mas admite melhorá-lo: «as disposições relativas aos motivos justificativos de faltas e à sua duração não podem ser afastadas por instrumento de regulamentação coletiva de trabalho [...] ou por contrato de trabalho»1. Ou seja, a sua convenção coletiva pode dar mais dias, ou dar dias a familiares que a lei não cobre, e vale a pena lê-la antes de assumir o mínimo.

Fica também de fora o regime das funções públicas, que corre pela Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, e as restantes faltas justificadas do artigo 249.º n.º 2, que têm regras próprias: os 15 dias seguidos do casamento, a doença, que tem calculadora própria porque quem paga é a Segurança Social e não a empresa, e a assistência inadiável a filho, neto ou membro do agregado familiar dos artigos 49.º, 50.º e 252.º.

Erros comuns

  • Contar os dias de nojo em dias úteis

    As três alíneas do artigo 251.º n.º 1 falam em dias «consecutivos», que são dias de calendário, ao contrário das férias, que o artigo 238.º n.º 2 conta expressamente em dias úteis. Cinco dias por um pai que faleça numa quinta-feira esgotam-se na segunda-feira, porque o sábado e o domingo estão incluídos. É a razão mais comum pela qual as pessoas descobrem que precisam de mais dias do que a lei lhes dá.

  • Assumir que o cônjuge está no escalão dos cinco dias

    Na redação atual, dada pela Lei n.º 13/2023, a alínea a) do artigo 251.º n.º 1 dá «até 20 dias consecutivos, por falecimento de cônjuge não separado de pessoas e bens ou equiparado, filho ou enteado», e o n.º 2 estende esse escalão a quem viva em união de facto ou economia comum. O escalão de cinco dias da alínea b) é para os RESTANTES parentes e afins do 1.º grau da linha reta, ou seja pais, sogros, padrastos e madrastas, genros e noras.

  • Esperar dias de nojo por um tio, um sobrinho ou um primo

    A alínea c) cobre «outro parente ou afim na linha recta ou no 2.º grau da linha colateral». Um tio ou um sobrinho estão no 3.º grau da linha colateral e um primo no 4.º, e o artigo não vai lá. Faltar por eles é falta injustificada para o Código do Trabalho. Verifique a convenção coletiva do seu sector: o artigo 250.º permite melhorar o regime, embora proíba afastá-lo.

  • Achar que um dia a mais custa um dia de salário

    Pode custar três. O artigo 256.º n.º 1 manda perder «a retribuição correspondente ao período de ausência», mas o n.º 3 acrescenta que, quando a falta injustificada é imediatamente anterior ou posterior a um dia de descanso ou a um feriado, esse período «abrange» também esses dias de descanso. Uma sexta-feira injustificada leva o sábado e o domingo com ela.

  • Contar com a troca por férias para cobrir os dias a mais

    A troca existe e o empregador não se pode opor (artigo 257.º n.os 1 e 3), mas é pequena. O artigo 257.º remete para o n.º 5 do artigo 238.º, que só permite renunciar aos «dias de férias que excedam 20 dias úteis». Como o mínimo anual são 22 dias, a troca vale dois dias por ano, o que não chega para uma única sexta-feira mal colocada.

Perguntas frequentes

Quantos dias de nojo tenho direito?
Depende de quem faleceu. O artigo 251.º n.º 1 do Código do Trabalho tem três escalões: até 20 dias consecutivos por cônjuge, unido de facto, pessoa em economia comum, filho ou enteado; até cinco dias pelos restantes parentes e afins do 1.º grau da linha reta, isto é pais, sogros, padrastos e madrastas, genros e noras; e até dois dias pelos restantes parentes ou afins da linha reta, sem limite de grau, e pelo 2.º grau da linha colateral, ou seja avós, bisavós, netos, bisnetos, irmãos e cunhados. São dias de calendário seguidos e são tetos, porque a lei escreve «até».
Os dias de nojo são pagos?
São, por inteiro. O artigo 255.º n.º 1 diz que «a falta justificada não afecta qualquer direito do trabalhador, salvo o disposto no número seguinte», e o n.º 2 enumera as faltas justificadas que apesar de tudo perdem retribuição: a doença com protecção social na doença, o acidente de trabalho com subsídio ou seguro, a assistência do artigo 252.º, as faltas das alíneas f) e l) do artigo 249.º n.º 2 acima de 30 dias por ano, e as faltas autorizadas pelo empregador. As faltas por falecimento não estão nessa lista, pelo que o dia de nojo é retribuição normal e conta para a antiguidade, para as férias e para os subsídios.
Tenho dias de nojo por um tio ou por um primo?
Pelo Código do Trabalho, não. A alínea c) do artigo 251.º n.º 1 para no «2.º grau da linha colateral», que são os irmãos e, por afinidade, os cunhados. Um tio e um sobrinho estão no 3.º grau, um primo no 4.º, e ficam fora do artigo. Há duas vias para ter esses dias mesmo assim: o artigo 250.º permite que a convenção coletiva ou o contrato de trabalho melhorem o regime legal, e o artigo 249.º n.º 2 alínea k) considera justificada a falta «autorizada ou aprovada pelo empregador», embora nesse caso o artigo 255.º n.º 2 alínea e) permita que ela seja sem retribuição.
Os cinco dias incluem o fim de semana?
Incluem. A lei diz «consecutivos», e dias consecutivos são dias de calendário. É uma diferença importante face às férias, que o artigo 238.º n.º 2 conta em dias úteis de forma expressa. Na prática, cinco dias por um falecimento numa quinta-feira terminam na segunda-feira seguinte, enquanto os mesmos cinco dias depois de um falecimento numa segunda-feira dão a semana de trabalho inteira. O mesmo se aplica aos 20 dias da alínea a) e aos dois dias da alínea c).
Quanto me custa faltar mais dias do que a lei dá?
Os dias além do teto são faltas injustificadas e o artigo 256.º n.º 1 manda perder «a retribuição correspondente ao período de ausência, que não é contado na antiguidade do trabalhador». São duas perdas: o dinheiro e a antiguidade. E há uma terceira, no n.º 3 do mesmo artigo: se a falta injustificada ficar imediatamente antes ou depois de um dia de descanso ou de um feriado, o período de perda «abrange» esses dias. Num salário de 1 200 €, um dia vale 40,00 € e uma sexta-feira injustificada custa 120,00 €, porque leva o sábado e o domingo.
Posso trocar os dias a mais por dias de férias?
Pode, e o empregador não se pode opor. O artigo 257.º n.º 1 alínea a) permite substituir a perda de retribuição «por renúncia a dias de férias em igual número, até ao permitido pelo n.º 5 do artigo 238.º, mediante declaração expressa do trabalhador comunicada ao empregador»; o n.º 3 proíbe a oposição do empregador e o n.º 4 faz da recusa uma contraordenação grave; e o n.º 2 garante que o subsídio de férias não é reduzido. O limite está no artigo 238.º n.º 5, que só deixa renunciar aos dias que excedam 20 dias úteis: num ano de 22 dias, são dois dias.
E se perder uma gravidez?
Há um regime próprio e recente. O artigo 38.º-A do Código do Trabalho, aditado pela Lei n.º 13/2023, dá à trabalhadora, «nos casos em que não haja lugar à licença prevista no artigo anterior», o direito de faltar «por motivo de luto gestacional até três dias consecutivos», e o n.º 2 dá ao pai também até três dias consecutivos. Basta informar o empregador e apresentar, «logo que possível», declaração de estabelecimento hospitalar, centro de saúde ou atestado médico. Violar o artigo é contraordenação grave.
A empresa pode recusar os dias de nojo?
Não pode. São faltas justificadas por força da lei e o artigo 251.º n.º 3 diz que «constitui contra-ordenação grave a violação do disposto neste artigo». O que a empresa pode, e deve, é pedir a comunicação e a prova: o dever de comunicar a falta assim que possível e de a comprovar é do trabalhador, normalmente com a certidão de óbito ou um documento que mostre a relação de parentesco. E pode sempre dar mais dias do que a lei manda, porque o artigo 250.º proíbe afastar o regime, não proíbe melhorá-lo.
Na função pública os dias são os mesmos?
Não é seguro assumir que sim. Este artigo e a calculadora tratam do Código do Trabalho, ou seja do sector privado. Nas funções públicas o regime de faltas corre pela Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas e pelos instrumentos aplicáveis a cada carreira, e por isso não o modelámos: apresentar um número que possa não ser o seu seria pior do que não o apresentar. Se trabalha na Administração Pública, confirme com os serviços de recursos humanos.
Confirme na calculadora de dias de nojo o teto da sua relação e, se precisar de mais dias, veja quanto isso custa antes de os marcar.

Fontes

  1. 1.Código do Trabalho, artigos 238.º, 249.º, 250.º, 251.º, 255.º, 256.º e 257.º: férias e faltas · Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, texto consolidado · consultado a 28/08/2026
  2. 2.Código do Trabalho, artigo 38.º-A: falta por luto gestacional · Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, texto consolidado · consultado a 28/08/2026

Autor / Revisto por

Autor

Thorben Rasmus Idel

Cofundador e autor

Cofundador da Calculadora Capital e autor da metodologia de todas as calculadoras e artigos. Empresário e investidor ativo, Thorben fundou a Idel Versandhandel GmbH, uma empresa de comércio internacional presente em 16 países, e investe em ações, ETF e criptomoedas. É ele quem escreve a metodologia e confirma as contas de cada página, trazendo a experiência de quem gere um negócio e investe para manter as ferramentas e as explicações próximas da forma como o dinheiro, os mercados e os impostos funcionam de facto para quem vive em Portugal.

Revisto por

Nahar Geva

Cofundação e revisão independente

Cofundação da Calculadora Capital e revisão independente de todas as calculadoras e artigos. Com um percurso de empreendedorismo e de investimento ativo nos mercados, Nahar junta uma abordagem orientada por dados e por produto à experiência de investir em ações e ETF, em criptomoedas e outros ativos digitais, e ainda em finanças pessoais e imobiliário. Em cada página, Nahar revê a metodologia e confere as contas e os valores, testando se as ferramentas e as explicações resistem à forma como o dinheiro, os mercados e os impostos funcionam de facto para quem investe.

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